CRM 215523/SPRQE 137186 + 137187
CRM 215523/SPEndocrinologia e Metabologia (RQE 137186)Clínica Médica (RQE 137187)
CRM 215523/SPEndocrinologia e Metabologia (RQE 137186)Clínica Médica (RQE 137187)

Médica endocrinologista formada pela USP
Endocrinologia e Metabologia
Cansaço que não passa, libido em queda, força que não responde. Antes de repor hormônio, vale saber se o ponto de partida é metabólico, porque aí o caminho de tratamento é outro.
CRM 215523/SP · RQE 137186 + 137187
Atendimento particular.
Você anda cansado, com a libido diferente, a força em queda e um peso que subiu e não desce. Procurou, e a saída oferecida foi direta: repor testosterona.
Só que a gordura a mais derruba a testosterona por conta própria.
O excesso de gordura mexe no eixo que comanda o hormônio: piora a resistência à insulina, mantém uma inflamação de fundo e reduz a proteína que carrega a testosterona no sangue. O resultado é um hormônio que cai junto com o ganho de peso, num círculo que se retroalimenta.
Repor sem olhar esse pano de fundo trata o número, não o motivo. E há um detalhe que engana: na obesidade, a testosterona total cai porque a proteína carreadora, a SHBG, diminui, o que nem sempre significa deficiência real da fração que age no corpo. Um valor total isolado, lido às pressas, leva à conduta errada.

O que costuma acontecer: uma testosterona total pedida sozinha, um valor baixo no papel e a reposição escrita antes de perguntar por que ela caiu.
Sem a fração livre, sem a SHBG, sem olhar o metabolismo que está por trás. E sem monitorar o que a reposição faz no seu corpo depois.
Tempo
Consulta padrão
15 minutos
Consulta com a Dra. Débora
1 hora
Dosagem
Consulta padrão
Uma testosterona total isolada
Consulta com a Dra. Débora
Total, livre e a SHBG lidas juntas, com o eixo hormonal
Leitura
Consulta padrão
O número no papel
Consulta com a Dra. Débora
A total corrigida pela SHBG, no contexto do peso
Diagnóstico
Consulta padrão
Reposição pelo valor baixo
Consulta com a Dra. Débora
Investiga se a origem é metabólica antes de decidir
Conduta
Consulta padrão
Hormônio direto
Consulta com a Dra. Débora
Trata o metabolismo primeiro; a reposição entra quando cabe
Acompanhamento
Consulta padrão
Sem monitorar depois
Consulta com a Dra. Débora
Monitorização contínua de segurança
Consulta padrão
Consulta com a Dra. Débora
Tempo
15 minutos
1 hora
Dosagem
Uma testosterona total isolada
Total, livre e a SHBG lidas juntas, com o eixo hormonal
Leitura
O número no papel
A total corrigida pela SHBG, no contexto do peso
Diagnóstico
Reposição pelo valor baixo
Investiga se a origem é metabólica antes de decidir
Conduta
Hormônio direto
Trata o metabolismo primeiro; a reposição entra quando cabe
Acompanhamento
Sem monitorar depois
Monitorização contínua de segurança
Repor um hormônio é uma decisão de saúde, não um atalho para o peso ou para a energia.
Quando a origem é metabólica, o excesso de gordura age no hormônio por três caminhos ao mesmo tempo. Entender qual pesa mais é o que orienta o tratamento.
O excesso de gordura piora a resistência à insulina, e esse desarranjo metabólico atrapalha o comando que o cérebro envia para os testículos produzirem testosterona.
O tecido adiposo em excesso mantém uma inflamação crônica de baixo grau, que interfere no mesmo eixo hormonal e ajuda a segurar a testosterona lá embaixo.
A obesidade reduz a SHBG, a proteína que transporta a testosterona. A total no exame cai, mas a fração livre nem sempre acompanha. Por isso o número sozinho engana.
É por isso que, quando a origem é o peso, tratar o metabolismo costuma levantar a testosterona junto.
A consulta começa ouvindo. Que sintoma te trouxe, há quanto tempo, como está o peso, o sono, o que você já investigou e o que está tomando.
Depois: dosagem completa e no horário certo, com total, livre, SHBG e o eixo, mais a avaliação metabólica que liga o hormônio ao peso. O diagnóstico da causa, não do número isolado.
Se a origem for metabólica, o plano trata o peso, o que costuma recuperar a produção do próprio corpo. Há caminhos que estimulam essa produção em vez de substituí-la, e a reposição, quando entra, é decisão com indicação clara e monitorada.
Escuta
o sintoma, o peso e o que já foi investigado
Investiga
total, livre, SHBG e o metabolismo por trás
Conduz
trata a origem; a reposição entra quando cabe
Primeiro a causa. Se ela está no peso, é por ali que se começa.
A causa da queda é investigada antes de qualquer decisão sobre repor ou não.
Total, livre e SHBG lidas juntas, porque na obesidade o número total sozinho engana.
Se a reposição for indicada, ela é monitorada de perto. Nada de hormônio sem controle.
O que muda depois da primeira consulta
“Estou adorando estar em tratamento com Dra. Débora. Profissional dedicada, atenta aos detalhes e muito sensata nas consultas. Super recomendo para quem está procurando uma profissional verdadeira e que realmente ajuda a impulsionar uma melhora na saúde com consciência e responsabilidade!”
Ranyere Rinques
4 meses atrás
“Gostaria de agradecer de coração toda a atenção e carinho recebido pela Dra. Débora. Eu e minha esposa fizemos a consulta juntos e temos certeza que vamos conseguir ter resultados positivos!”
Leandro Sommerfeld
7 meses atrás
“Dra. Débora é uma médica extremamente atenciosa. Avaliou com todo cuidado e em detalhes todo meu histórico médico para propor o melhor tratamento e acompanhamento. Saí da consulta completamente esclarecida, segura e satisfeita!”
Paula Delgado
5 meses atrás

Residência em Endocrinologia pelo HCFMUSP, programa de referência em casos metabólicos e hormonais complexos. Foi lá que ela aprendeu a investigar a causa antes de tratar o sintoma.
Trata obesidade e saúde hormonal masculina como partes do mesmo quadro: diagnóstico da causa, conduta com indicação clara e acompanhamento de segurança.
Quando a queda tem origem no peso, sim, tratar a obesidade costuma recuperar a produção do próprio corpo. Não é regra para todo mundo: depende da causa, e é justamente isso que a investigação define antes de qualquer conduta.
Não necessariamente. Na obesidade, a proteína que carrega a testosterona no sangue, a SHBG, diminui, e a total cai por causa disso, sem que a fração livre, a que de fato age no corpo, esteja baixa. Por isso a leitura correta pede total, livre e SHBG juntas, não um valor solto.
Repor sem tratar o peso corrige o efeito e deixa a origem intacta. Em alguns casos a reposição entra por um tempo, com indicação clara e monitorização, enquanto o corpo recupera a própria produção. A ordem e a necessidade se definem no diagnóstico, não antes dele.
Não. O peso faz parte do que se investiga e se trata dentro da consulta, não é um pré-requisito para procurar ajuda. O caminho é traçado junto, a partir de onde você está hoje.
Não. Clinicamente, a testosterona é considerada baixa abaixo de 350. Valores de 400 a 500 não são baixos, e a ideia de que 'tem que passar de 1000' é um número inventado, não uma meta médica. Repor com a testosterona já normal funciona como anabolizante e aumenta o risco cardiovascular, sem benefício. Por isso o exame vem antes da conduta.
Sim, para pacientes em todo o Brasil. A consulta é conduzida com base nos seus exames e histórico, com o mesmo nível de atenção de uma consulta presencial.
Leve os que você tem em mãos, mesmo antigos. Testosterona total e livre, SHBG, hormônios do eixo (LH, FSH, prolactina), glicose, perfil metabólico e tireoide ajudam. O que faltar é solicitado na própria consulta.
Sim. O consultório fica no Jardins, próximo à Avenida Paulista, com o metrô Trianon-MASP a uma quadra e estacionamento no prédio. A telemedicina segue disponível para quem prefere ou mora fora da capital.
Condições relacionadas
A primeira consulta investiga se a origem é metabólica e define, com você, o caminho certo para o seu caso.