CRM 215523/SPRQE 137186 + 137187
CRM 215523/SPEndocrinologia e Metabologia (RQE 137186)Clínica Médica (RQE 137187)
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Colesterol alto · Endocrinologia e risco cardiovascular
Médica endocrinologista formada pela USP
Você viu o exame e assustou. Mas tratar colesterol não é só baixar o LDL. É entender o seu risco cardiovascular real e construir o caminho que protege você por décadas, não por meses.
CRM 215523/SP · RQE 137186 + 137187
Atendimento particular.
Você saiu da consulta com um susto e sem rota. Foi orientada a cortar gordura, comer melhor, andar trinta minutos por dia. Voltou em três meses. O número baixou um pouco, ou não baixou. A conversa não avançou. A sensação de risco continuou no fundo do peito.
Colesterol alto sem leitura de risco é dado, não cuidado.

Tentou todas as receitas populares. Reduziu carne vermelha. Foi de plant-based. Voltou pro mediterrâneo. Algumas vezes funcionou um pouco, outras não funcionou nada. A frustração cresce. O medo do infarto que aconteceu com o pai, com o tio, com a amiga jovem, cresce junto.
Genética conta. Mas conta o que você faz com o que herdou.
O que está acontecendo
O que o colesterol está te contando
O colesterol elevado pode aparecer por uma combinação de fatores: genética, alimentação, peso, função do fígado, função da tireoide, sensibilidade à insulina, sedentarismo. Cada causa pede um caminho diferente. O número alto é o resultado. A leitura é o que importa.
Por que tratar bem importa
Colesterol não dói. Não atrapalha o dia. Não tira o sono. É exatamente por isso que ele cresce em silêncio até virar evento cardiovascular. Infarto, AVC, doença arterial. Tratar antes é proteção. Esperar é apostar.
O que está disponível hoje
O tratamento de colesterol mudou muito nos últimos anos. Estatinas continuam sendo o pilar, mas existem várias, com perfis diferentes. Há terapias para complementar quando a estatina sozinha não basta. Há ajuste de estilo de vida que faz diferença real quando bem orientado. Não é "uma pílula serve pra todos".
O número é o final da história. A história começa antes dele.
A primeira consulta dura uma hora porque colesterol alto raramente vem sozinho. Vem com história familiar de infarto cedo. Com peso, com fígado gorduroso, com pressão, com glicemia. Com aquela frase "meu pai teve infarto cedo, fico pensando todo dia".
A leitura cruza o quadro lipídico, o cardiovascular, o metabólico, o hepático, o tireoidiano. O risco é mapeado em conjunto. O tratamento sai daí, calibrado pelo seu perfil, pela sua família, pela sua tolerância, pela sua resposta. Quando a indicação é medicamento, há mais de uma opção. Quando estilo de vida basta, é estilo de vida. Não é prescrição reflexa.
Proteger o seu coração é decisão presente. Não é projeto pra quando virar dor.
Atendimento particular, presencial no Jardins (próximo à Avenida Paulista) ou telemedicina para qualquer cidade do Brasil.
Perguntas frequentes
Sim. O consultório fica no Jardins, próximo à Avenida Paulista, com o metrô Trianon-MASP a uma quadra e estacionamento no prédio. A telemedicina segue disponível para quem prefere ou mora fora da capital.
Sim. Consultas online por plataforma segura, com mesma duração e mesmo nível de avaliação. Atende todo o Brasil. Se exames complementares forem necessários, eles podem ser pedidos durante a consulta e realizados na sua cidade.
Não. Atendimento exclusivamente particular. Recibo emitido para reembolso pelo plano de saúde, quando contemplado. A consulta particular permite o tempo e a profundidade que nenhuma tabela de plano comporta.
A primeira consulta dura cerca de uma hora. O tempo é dedicado à leitura completa do quadro, sem pressão de agenda.
Não. Depende do risco cardiovascular total, da causa do colesterol alto, do estilo de vida, do contexto familiar. Quando o medicamento entra, ele entra com razão clínica e com a opção certa para o seu caso, não como prescrição reflexa.
Sim. Existem várias estatinas com perfis diferentes, e existem outras classes terapêuticas para colesterol. Tolerância variada é comum e tem caminhos. Não é porque uma medicação incomodou que todas vão incomodar.
Sim, a herança influencia. Mas histórico familiar muda a forma de acompanhar, não significa diagnóstico automático de doença. A consulta avalia o conjunto: histórico, exames atuais, estilo de vida, outros fatores. O risco é mapeado em conjunto.
Depende. Algumas pessoas precisam de tratamento contínuo, principalmente quando há genética forte ou risco cardiovascular elevado. Outras conseguem suspender quando o quadro estabiliza e o estilo de vida sustenta. A decisão é construída em consulta, em cima do seu caso.