CRM 215523/SPRQE 137186 + 137187
CRM 215523/SPEndocrinologia e Metabologia (RQE 137186)Clínica Médica (RQE 137187)
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Osteoporose · Endocrinologia e saúde óssea
Médica endocrinologista formada pela USP
O osso é vivo. Está sempre se construindo e se desfazendo. Quando a perda passa o ritmo da reposição, o esqueleto fica frágil em silêncio. A queda boba que quebra um quadril começou anos antes.
CRM 215523/SP · RQE 137186 + 137187
Atendimento particular.
Você fez o exame de rotina pós-menopausa, ou pediram porque a sua mãe teve fratura, ou descobriu por acaso. O resultado veio ruim. Você recebeu uma receita de cálcio, talvez vitamina D, e um "volte daqui a um ano". A pergunta que ninguém respondeu: o que está causando essa perda no seu caso? E o que dá pra fazer agora?
Tratar osteoporose pelo número é tratar o resultado. Não o motivo.

Tentou fazer tudo certo. Suplemento. Atividade física. Voltou ao consultório com a sensação de que está cuidando. O exame seguinte trouxe queda. A perda continua. Ninguém investiga por quê. A osteoporose foi tratada como envelhecimento, não como condição clínica que pede leitura.
A perda óssea não é destino. É consequência. E consequências têm causas.
O que está acontecendo
Como o osso funciona
O esqueleto não é uma estrutura morta. É um tecido vivo em renovação constante. Existem células que desfazem o osso velho e células que constroem osso novo. Em equilíbrio, a densidade se mantém. Quando o desfazer passa o construir, a massa óssea cai. E isso pode acontecer por motivos muito diferentes em pessoas diferentes.
Por que ela aparece
A causa mais comum em mulheres é a menopausa: a queda do estrogênio acelera a perda óssea. Mas também aparece com hipertireoidismo mal tratado, com uso prolongado de corticoide, com doença celíaca não diagnosticada, com cirurgia bariátrica que mexeu na absorção, com deficiência crônica de vitamina D, com algumas doenças autoimunes. Cada causa pede uma leitura própria.
Por que tratar bem importa
Osteoporose não dói. Não atrapalha o dia. O sinal aparece quando alguém cai do próprio chão e fratura o quadril, a coluna, o punho. A partir daí, a recuperação é longa, a vida muda, a autonomia diminui. O tratamento certo, começado antes do evento, devolve segurança para envelhecer com confiança no próprio corpo.
O osso te avisa pelo exame. A fratura é o primeiro sintoma.
A primeira consulta dura uma hora porque osteoporose nunca é só uma linha do exame. Vem com menopausa, vem com história familiar, vem com outras condições que mexem no osso. Vem com medicação que pode estar acelerando a perda. Vem com nutrição que pode estar incompleta sem você saber.
A leitura cruza o quadro ósseo, o hormonal, o nutricional, o medicamentoso, o autoimune quando faz sentido. O tratamento sai daí, calibrado pela causa, pelo seu risco de fratura, pela sua tolerância, pela sua resposta. Quando a indicação é medicamento, há mais de uma classe, com perfis diferentes. Quando estilo de vida e suplementação bastam, é por aí. Não é prescrição reflexa.
Envelhecer com osso forte é projeto, não sorte.
Atendimento particular, presencial no Jardins (próximo à Avenida Paulista) ou telemedicina para qualquer cidade do Brasil.
Perguntas frequentes
Sim. O consultório fica no Jardins, próximo à Avenida Paulista, com o metrô Trianon-MASP a uma quadra e estacionamento no prédio. A telemedicina segue disponível para quem prefere ou mora fora da capital.
Sim. Consultas online por plataforma segura, com mesma duração e mesmo nível de avaliação. Atende todo o Brasil. Se exames complementares forem necessários, eles podem ser pedidos durante a consulta e realizados na sua cidade.
Não. Atendimento exclusivamente particular. Recibo emitido para reembolso pelo plano de saúde, quando contemplado. A consulta particular permite o tempo e a profundidade que nenhuma tabela de plano comporta.
A primeira consulta dura cerca de uma hora. O tempo é dedicado à leitura completa do quadro, sem pressão de agenda.
Não tem cura, mas tem controle. Boa parte das pacientes ganha massa óssea com tratamento bem ajustado. O objetivo central é prevenir fratura, e isso é alcançável com o cuidado certo no momento certo.
Não. Em qualquer fase, o tratamento muda o risco de fratura. Mesmo após uma fratura, a intervenção evita a próxima. Começar nunca é tarde quando a intenção é proteger o que ainda está de pé.
Osteopenia é o estágio anterior à osteoporose. Sim, vale tratamento, principalmente quando há outros fatores de risco como menopausa, histórico familiar, uso de corticoide ou doença autoimune. A consulta avalia o conjunto e constrói a conduta.
Genética influencia, mas não é destino. A consulta avalia o seu risco real, considera os outros fatores que estão em jogo no seu caso e constrói um caminho de prevenção realista, não um discurso de medo.