CRM 215523/SPRQE 137186 + 137187
CRM 215523/SPEndocrinologia e Metabologia (RQE 137186)Clínica Médica (RQE 137187)
CRM 215523/SPEndocrinologia e Metabologia (RQE 137186)Clínica Médica (RQE 137187)

Médica endocrinologista formada pela USP
Endocrinologia e Metabologia
Você fez exames e a glicemia ou a hemoglobina glicada vieram discretamente alteradas. Ouviu que ainda não é diabetes, que dá para observar. Você não veio aqui para observar.
CRM 215523/SP · RQE 137186 + 137187
Atendimento particular.
Suas células estão respondendo menos à insulina. O pâncreas compensa fabricando mais. Por anos, a glicemia em jejum e a hemoglobina glicada ficam no limite superior da normalidade ou discretamente aumentadas. Mas já é necessário intervir para evitar a progressão.
RI é o que o corpo faz antes de desistir.
O tratamento padrão é repetir o exame em seis meses ou um ano. Esperar para ver se vira pré-diabetes. Esperar para ver se vira diabetes. Cada repetição perdida é tempo em que o quadro se aprofunda em silêncio. RI tem nome porque tem conduta. O que falta é começar a conduta.

O custo de tratar resistência insulínica em modo de espera é maior do que parece.
São anos de fadiga depois das refeições, ganho de peso que não responde mais à dieta de antes, esteatose hepática se acumulando em silêncio. É a função da célula beta que se perde sem ninguém pedindo o exame que a mediria. Quando enfim vira diabetes, parte do caminho de volta ficou para trás.
Diagnóstico
Como costuma ser tratada
Glicemia em jejum apenas
Como deveria ser tratada
Glicemia, hemoglobina glicada, teste oral de tolerância à glicose em casos selecionados, sinais e sintomas
Estratégia
Como costuma ser tratada
Repetir o exame em seis meses
Como deveria ser tratada
Tratar agora, com base no que já está alterado
Acompanhamento
Como costuma ser tratada
Anual ou bienal
Como deveria ser tratada
Mensal nos primeiros meses, depois calibrado
Estilo de vida
Como costuma ser tratada
Folheto genérico
Como deveria ser tratada
Plano calibrado pelo perfil metabólico individual
Como costuma ser tratada
Como deveria ser tratada
Diagnóstico
Glicemia em jejum apenas
Glicemia, hemoglobina glicada, teste oral de tolerância à glicose em casos selecionados, sinais e sintomas
Estratégia
Repetir o exame em seis meses
Tratar agora, com base no que já está alterado
Acompanhamento
Anual ou bienal
Mensal nos primeiros meses, depois calibrado
Estilo de vida
Folheto genérico
Plano calibrado pelo perfil metabólico individual
Cada exame de controle perdido é um ano em que a célula beta trabalhou no vermelho.
A consulta começa pelo exame que você já tem. A glicose, a hemoglobina glicada, a insulina, o perfil lipídico. Quando faltam marcadores, eles são pedidos juntos: curva glicêmica e insulinêmica de três horas, ALT, ácido úrico, perfil de andrógenos quando faz sentido. Não é exame por exame, é o conjunto que importa. É a fotografia metabólica completa antes de qualquer prescrição.
Com o quadro inteiro à vista, o tratamento é desenhado. Mudança alimentar calibrada por perfil, não por dieta da moda. Atividade física com prescrição específica. Farmacoterapia quando a leitura indica, com escolha da molécula que respeita o seu caso. Reavaliação mensal nos primeiros meses até os marcadores se ajustarem.
Perfil glicêmico
resistência insulínica diagnosticada em conjunto com sinais e sintomas
Dislipidemias
aumento de colesterol e triglicérides podem estar associados ao diagnóstico
Fígado
marcadores de gordura no fígado e comprometimento da função hepática analisados em conjunto
O corpo que avisa é o mesmo corpo que ainda responde.
O perfil glicêmico é o começo, não o desfecho. A consulta cruza glicemia, hemoglobina glicada, lipídios, sinais clínicos, perfil de andrógenos quando aplicável. O tratamento nasce do quadro inteiro.
Resistência insulínica em pacientes magros não é tratada igual à RI associada à obesidade visceral, nem igual à RI ligada à SOP. O tratamento respeita o seu fenótipo metabólico, não um molde único.
Nos primeiros meses, reavaliação mensal. O tempo de RI é diferente do tempo de uma condição crônica estabelecida. Cada mês muda a foto, e o tratamento acompanha.
Histórias de quem agiu antes do diagnóstico
Resultados percebidos em um mês de tratamento
“Estou em acompanhamento com a Dra. Débora há 1 mês e já percebo resultados positivos no meu tratamento. Ela é muito atenciosa, explica tudo de forma clara e transmite segurança. Estou muito satisfeita com o atendimento e recomendo!”
Bruna Viana
8 meses atrás
Acolhida e segura na primeira consulta
“A Dra. Débora é extremamente atenciosa, humana e competente. Essa foi minha primeira consulta, me senti acolhida e segura com suas explicações claras e cuidadosas. Demonstra muito conhecimento e trata seus pacientes com empatia e respeito. Recomendo!”
Stefany Ruiz
8 meses atrás

Residência em Endocrinologia pelo HCFMUSP, programa de referência em casos hormonais e metabólicos complexos. Formação que cruza as três frentes da resistência insulínica: pâncreas, fígado e tecido adiposo.
Trata RI como condição reversível enquanto há janela. Não como observação até virar diagnóstico de diabetes.
Sim. O consultório fica no Jardins, próximo à Avenida Paulista, com o metrô Trianon-MASP a uma quadra e estacionamento no prédio. O endereço completo é enviado junto com a confirmação do agendamento.
Sim. Consultas online por plataforma segura, com mesma duração e mesmo nível de avaliação. Atende todo o Brasil. Se exames complementares forem necessários, eles podem ser pedidos durante a consulta e realizados na sua cidade.
Não. Atendimento exclusivamente particular. Recibo emitido para reembolso pelo plano de saúde, quando contemplado. A consulta particular permite o tempo e a profundidade que nenhuma tabela de plano comporta.
A primeira consulta dura cerca de uma hora. O tempo é dedicado à leitura completa do quadro, sem pressão de agenda.
Resistência insulínica tem sinais clínicos antes de aparecer no exame. Fadiga depois das refeições, ganho de peso resistente, acantose nigricans (manchas escuras na nuca, axilas, virilhas) e acrocórdons (skin tags) são pistas que o corpo dá. O diagnóstico se confirma com glicemia, hemoglobina glicada e, em casos selecionados, teste oral de tolerância à glicose. A consulta cruza sinais, sintomas e exames.
Não. Resistência insulínica é o estado em que as células respondem menos à insulina, e o pâncreas compensa produzindo mais. A glicemia em jejum e a hemoglobina glicada podem estar no limite superior da normalidade nessa fase. Diabetes tipo 2 é o diagnóstico que vem depois, quando a compensação falha. RI é a janela em que ainda dá para tratar antes do diagnóstico de diabetes.
Resistência insulínica é frequentemente reversível, especialmente quando tratada antes da progressão. Mudança alimentar específica, atividade física calibrada e farmacoterapia, quando indicada, podem normalizar os marcadores em meses. O que sustenta a reversão no longo prazo é o seguimento, não um protocolo de oito semanas.
Sim. Algumas pessoas magras têm uma maior predisposição genética para desenvolver complicações metabólicas, o que inclui resistência insulínica, colesterol e triglicerídeos elevados e, até mesmo, gordura no fígado. O histórico familiar sempre deve ser considerado durante a investigação para não deixar passar esse tipo de diagnóstico.
Condições relacionadas
O exame que você já tem é ponto de partida. Da próxima vez, ele vem com leitura completa e plano calibrado.